quarta-feira, 22 de maio de 2013

Operação combate retirada ilegal de madeira no Pará

Ao todo foram cumpridos 27 mandados de busca e apreensão


A Polícia Federal no Pará deflagrou, nesta terça-feira (21), uma operação de combate à retirada ilegal de madeira da Terra Indígena Alto Rio Guamá e à fraudes na obtenção de documentos de legalização florestal.


A ação abrange uma área total de 280 mil hectares com perímetro de 366 quilômetros quadrados, nos municípios de Paragominas, Nova Esperança do Piriá, Garrafão do Norte e Santa Luzia do Pará, com a participação de 85 policiais federais, em parceira com o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais).

As investigações mais intensas tiveram início há cerca de quatro meses, após análise de dados obtidos pela Delegacia de Combate a Crimes Ambientais e Patrimônio Histórico da Polícia Federal, na região de Paragominas, bem como de laudos periciais e cruzamento de dados feitos pelo Ibama.

Segundo o Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), 90% da exploração de madeira em áreas indígenas no Estado do Pará está localizada na Terra Indígena Alto Rio Guamá. Os levantamentos apontam que, de 2008 até 2012, foram explorados 98.000 hectares de madeira nativa, com produção de 6.386.770 metros cúbicos de madeira.

Estima-se que o dano ambiental virtual já causado à Terra Indígena nesse período já tenha ultrapassado a marca de R$ 1.244.078.928,30.

Os envolvidos serão ouvidos pela Polícia Federal ainda durante a deflagração da operação e responderão por diversos crimes ambientais, além de falsidade ideológica e formação de quadrilha.

Na operação, foram cumpridos 27 mandados de busca e apreensão em sedes de madeireiras e residências dos investigados nos municípios de Belém, Ananindeua, Paragominas, Nova Esperança do Piriá, Viseu, Capanema, Santa Luzia, São Miguel do Guamá, Dom Eliseu e Altamira, todos no Pará, além de São Domingos do Maranhão (MA) e Anápolis (GO).


Com informações da Polícia Federal Foto: Arquivo O Liberal/ Roosewelt Pinheiro/ABR

Vereadores arquivam pedido de impeachment do prefeito Osvaldo Romanholi.

Câmara Municipal de Novo Progresso com o placar de 5x4 recusou a abertura CPI que investigaria o descaso com a saúde pública no município.

Câmara Municipal  de Novo Progresso com o placar de 5x4, recusou a abertura CPI que investigaria o descaso com a saúde publica no município.

A falta de transparência com o recurso do fundo Municipal da saúde que estava sendo questionado na denuncia, o montante mais de R$ 1,2 milhão foram aplicados nos últimos quatro meses e HMNP não tem os quesitos básicos para atendimento de  emergência e medicamentos básicos não são encontrados nos PSFs do município.

Para manter a denuncia e afastar o prefeito  eram necessários 6 votos, mas apenas 4, dos 9 Vereadores, foram a favor  da denúncia.

Assim, na prática é como se os vereadores jogassem no lixo as denúncias feitas  pelas pessoas que relataram e procuraram o legislativo para apurar o descaso com a coisa pública no Município de Novo Progresso.

A defesa do prefeito no processo foi feita pelo suplente de vereador João Garimpeiro(PPS),  vereador Luizão(PMDB), para eles está tudo normal com a saúde puúlica e com o município e o processo não tinha fundamento.

O suplente João Garimpeiro(PPS), foi mais longe e culpou a gestão anterior da ex-prefeita Madalena Hoffman(PSDB), como culpado do desmando no município de Novo Progresso. Se não foi prestado contas ao Ministério da Saúde  , a culpa é da ex-gestora Madalena Hoffman que não fez, disse. Sem conhecer da legislação e lendo relatório redigido por jurista, João Garimpeiro sem argumentos, tentou convencer os demais vereadores para o arquivamento, culpando quem ali não estava, sem poder se defender. Em nenhum momento disse para onde estaria  indo o dinheiro público e esquivou da transparência pública, citando o dito pelo não dito.

Em meio aos ânimos exaltados, os vereadores Chico Souza(PMDB), Juarez Civieiro(PSDB), Sebastião Bueno(PT), defenderam a CPI com unhas e dentes, ressaltando que seria necessário investigar , usaram do ditado popular “Quem não deve não Teme".

Sebastião Bueno (PT), por sua vez, não escondeu a sua revolta com a situação. Em bom tom, afirmou que o plenário é soberano e relatou que nada vai bem no município.

A denuncia não foi lida e o  voto foi secreto,  o resultado final ficou quatro (4) votos para acatar e cinco(5) para arquivar, a denuncia, a mesma foi encaminhada para pedido de providências ao MP-(Ministério Publico) da Comarca de Novo Progresso.Fonte: Jornal Folha do Progresso