quinta-feira, 3 de maio de 2012


Vítima faz faixa para tentar comprar de volta do ladrão notebook roubado.

Um estudante universitário de Santa Rosa, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul, resolveu fazer um apelo e oferecer recompesa para tentar reaver objetos roubados de sua residência. Nesta quinta-feira (2), ele colocou uma faixa em frente à casa onde mora com a frase “Sr. ladrão, compro meu notebook de volta”, ao lado do número de telefone para contato.
Com a ajuda de amigos, Fernando Luis dos Santos pendurou o cartaz nesta tarde, em frente à residência, na Vila Flores. Ele tenta “negociar” com o ladrão na esperança de ter de volta o computador onde estão armazenados arquivos com diversos projetos da faculdade de Veterinária que ele cursa e documentos para um intercâmbio que fará em Portugal, em outubro.
A ideia partiu da irmã do estudante, que viu alguém tomar uma atitude semelhante e conseguir recuperar seus pertences. “Acho que a faixa vai chamar a atenção. Espero que o ladrão passe ou algum amigo dele veja e tenha compaixão. Estou disposto a pagar o preço que ele pedir. É muito importante pra mim, minha vida particular está ali”, diz Fernando. 
Segundo o estudante, um videogame também foi levado de sua casa. Ele comunicou o furto à polícia, que está investigando o caso. As autoridades, no entanto, não aconselham as vítimas de furtos ou roubos a tentarem qualquer tipo de negociação ou contato com criminosos.
Operação Ágata: tecnologia de ponta e 8 mil militares para patrulhar a Amazônia.

A área total da Operação Ágata é maior do que a extensão territorial de Portugal e Espanha. A ação será executada a partir do CMA.
 
MANAUS - O tráfico de drogas e de pessoas e o desmatamento irregular da Amazônia estão na mira da quarta edição da Operação Ágata. Os trabalhos, coordenados pelo Ministério da Defesa, começaram nesta quarta-feira (2). Segundo a pasta, essa será a maior operação conjunta das Forças Armadas já realizada pelo Plano Estratégico de Fronteiras.


O patrulhamento de mais de 5 mil quilômetros nos limites entre o Brasil e a Venezuela, Suriname, Guiana Francesa e Guiana contará com cerca de 8,5 mil militares. A ação será executada a partir do Comando Militar da Amazônia (CMA). A área total da Operação Ágata é maior do que a extensão territorial de Portugal e Espanha.

No desenrolar da operação, oficiais da França, da Venezuela e dos demais países da região de fronteira atuarão como observadores das missões. Segundo o Ministério da Defesa, o vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Defesa, Celso Amorim, devem visitar pontos da Operação Ágata nos próximos dias.

Já nas próximas semanas, a atuação nos estados do Amazonas, Pará, Amapá e Roraima contará com as tropas da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, com a participação da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança Pública. Somente a Força Aérea Brasileira (FAB) mobilizou mais de mil militares para a operação.

A FAB participa da Operação com aviões de caça, de reconhecimento, de alarme aéreo antecipado (avião-radar), de busca e resgate e de transporte logístico. Durante os trabalhos, aeronaves da Força Aérea irão patrulhar os céus em busca de voos ilícitos e de pistas clandestinas, além de apoiar a ação das instituições parceiras.


                          Veja como a Força Aérea será empregada durante a operação:

Em Roraima, o comandante de 1ª Brigada de Infantaria de Selva Lobo D’ Almada, general José Luiz Jaborandy, apresentou nesta manhã a operação ao governador José de Anchieta. “Viemos apresentar a operação ao governador, pois é uma diretriz do CMA informar a autoridade maior do estado e pedir o apoio do governador com as forças de segurança pública estaduais para serem parceiros nesta ação”, disse.

A operação envolve, além das Forças Armadas, entidades como Polícia Federal, Instituto Brasileiro e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), entre outras.

Ação social

Além da presença militar nas fronteiras, a Operação Ágata 4 prevê ações sociais para ajudar a população ribeirinha que enfrenta problemas com as cheias do rio Negro e seus afluentes. Na terça-feira (1), saiu de Manaus o Hospital de Campanha – uma estrutura montada em uma balsa para percorrer os rios da região e atender a população ribeirinha.



Desta vez os atendimentos serão voltados para as comunidades isoladas devido à cheia. Um modelo do HCAMP já foi usado em vários lugares como unidade móvel de saúde, para curto período de internação e destinado a atender feridos em combate. O modelo foi criado em 1980 para ajudar vitimas de tragédias, como no caso dos terremotos no México, El Salvador e no Haiti, e de enchentes no Rio de Janeiro e Santa Catarina. Portal Amazonia
 Militar avista pista de pouso clandestina na Amazônia. Foto: Agência Força Aérea/Divulgação

FESTA DOS TRABALHADORES FOI SUCESSO ABSOLUTO EM ALVORADA DA AMAZONIA.

 NO ULTIMO DIA 01 DE MAIO FOI REALIZADO NA COMUNIDADE DE ALVORADA DA AMAZONIA A FESTA DOS TRABALHADORES A QUAL FOI SUCESSO ABSOLUTO E DIVERSÃO GARANTIDA.
Quase cinco mil pessoas almoçaram costelão na Festa do Trabalhador de Alvorada da Amazônia